Terra, safra e família protegidas.
Assessoria para produtores rurais e empresas do agro: contratos agrários, crédito rural, tributação da atividade e sucessão da propriedade.

Onde o risco costuma aparecer.
Os pontos que mais geram passivo para empresas do setor, e que dá para tratar antes de virar processo.
- 01
Contratos agrários informais
Arrendamento e parceria sem contrato escrito, ou com cláusulas fora do Estatuto da Terra, geram disputas sobre prazo, preço e renovação.
- 02
Crédito rural e garantias
Cédulas de produto rural, alienação fiduciária e renegociações de dívida exigem atenção às garantias dadas sobre a terra.
- 03
Tributação do produtor
Pessoa física ou jurídica, Funrural e ITR: escolhas mal planejadas elevam a carga da atividade rural.
- 04
Sucessão da propriedade
Sem planejamento, inventário e partilha podem fracionar a terra e travar a operação da fazenda.
Prevenção desenhada para a rotina do setor.
Segurança para a terra e a produção.
- Arrendamento e parceria rural
- Cédulas e crédito rural
- Regularização fundiária
Carga do campo dentro da lei.
- Produtor pessoa física ou jurídica
- Funrural e ITR
- Reforma Tributária no agro
A fazenda inteira para a próxima geração.
- Holding rural
- Protocolo familiar
- Testamento e doações
O que mais nos perguntam.
Arrendamento ou parceria rural: qual escolher?
No arrendamento, o proprietário recebe um valor certo; na parceria, divide resultados e riscos da produção. A escolha muda a tributação, a responsabilidade de cada parte e o que acontece em uma safra ruim.
O contrato de arrendamento precisa ser escrito?
A lei admite contrato verbal, mas o contrato escrito evita discussões sobre prazo, preço e direito de preferência, e costuma ser exigido em operações de crédito.
Holding rural vale a pena para qualquer produtor?
Depende do patrimônio, da composição da família e da operação. A análise compara o custo de constituir e manter a holding com a economia em inventário, impostos e gestão.
